O Contador de Histórias
24.03.22

Em relação ao princípio de Peter, e no que diz respeito à liderança (numa organização hierárquica os funcionários tendem a ser promovidos até chegarem a um cargo para o qual são incompetentes, permanecendo nesse cargo), a sua aplicação é uma realidade, muito embora eu não concorde em absoluto com o que preconiza porque entendo que só se aplica a um universo específico de pessoas - as inatamente incapazes.
Passo a explicar: se quem sobe na hierarquia se preparar para a liderança, poderá ser um excelente líder, independentemente do seu estilo.
Condição sine qua non: possuir capacidades inatas de liderança.
A questão fundamental, portanto, relaciona-se com estas capacidades inatas de liderança (refiro-me fundamentalmente à empatia e à inteligência emocional), muito para além das "competências de liderança". Quem não possuir estas características não conseguirá ser um bom líder, por mais formação que tenha para o efeito.
Ou seja, são as características de personalidade que em primeira linha fazem um grande líder.